sexta-feira, 1 de abril de 2011

Beleza vendida

Uma história fictícia com aplicação real

Josivaldo de França Pereira

Linda Maria era o nome artístico de Eliza. Foi-lhe dado por uma ex-colega de trabalho e logo pegou. Também pudera, Eliza era uma bela morena de olhos verdes, de cabelos lisos e longos, naturalmente pretíssimos.
Eliza passou por acaso em frente de uma agência que ela pensou fosse de modelos. Foi convidada a entrar. Era uma casa agenciadora de garotas de programa. Facilmente a proprietária a convenceu a fazer um teste. O salário era tentador e ela, como estava desempregada, rapidamente aceitou.
Não demorou muito, Linda Maria veio a ser uma das garotas mais solicitadas na alta sociedade. Tornou-se atriz pornô de renome. Com o passar dos anos Linda já não possuía mais a beleza de outrora e, por isso, também já não era tão requisitada como antes. Contudo, Linda Maria não conseguia deixar a vida que escolhera. O pouco dinheiro que agora ganhava ia embora com drogas, bebedeiras e prostituição barata.
Assim como Linda Maria, não são poucos aquelas e aqueles que estão vendendo a beleza que receberam como dom de Deus, em troca de uma vida que não vale a pena. Não são poucas as lindas marias que estão seguindo o caminho da morte por um salário não menos comprometedor. “Há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte” (Pv 14.12), “porque o salário do pecado é a morte...” (Rm 6.23).
O fim de uma vida promíscua é a condenação eterna (1Co 6.9,10; Ap 21.8). Contudo, “se alguém está em Cristo, é nova criatura; as cousas antigas já passaram; eis que se fizeram novas” (2Co 5.17; cf. 1Co 6.11).
A beleza exterior muitas vezes engana os homens, mas jamais engana a Deus, “porque o SENHOR não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém o SENHOR, o coração” (1Sm 16.7).

Nenhum comentário:

Postar um comentário