sexta-feira, 6 de maio de 2011

Do reconhecimento da união estável entre pessoas do mesmo sexo: avanço ou retrocesso?

Josivaldo de França Pereira


No dia 05 de maio de 2011, por volta das 20h30, o Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou, por unanimidade, a união estável entre pessoas do mesmo sexo, ou seja, a equiparação da união homossexual à heterossexual. Isso quer dizer que os homossexuais terão os mesmos direitos garantidos aos casais heterossexuais.

Como a liberdade de expressão é um direito democrático, vou dizer, com tristeza, que a decisão do STF é uma agressão à moral e aos bons costumes. Uma resolução no mínimo infeliz, em nome de uma suposta felicidade homoafetiva.

Uma decisão como essa do STF não significa, de modo algum, uma evolução social. Na verdade, é um retrocesso na moralidade, ou antes, a confirmação da falha moral existente no coração de muitas pessoas. O próximo passo será a aprovação da união civil (casamento) entre pessoas do mesmo sexo. O precedente já está aberto com as alegações e uso de palavras como “preconceito”, “discriminação”, "homofobia", “amor” e “ser feliz” para justificar o que vem daqui por diante. E do jeito que as coisas caminham por aqui, logo, logo veremos que errado será, neste mundo, ser heterossexual.

Os liberais dizem que os tempos são outros; que estamos no século XXI e já não podemos mais pensar como antigamente. Uma postura que vai de encontro à Igreja Católica Romana, mas também contra os pastores e igrejas evangélicas. Contudo, a resolução do STF é muito mais que uma afronta às instituições religiosas conservadoras. É uma afronta a Deus, pois é o próprio Deus quem diz: “Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; é abominação” (Lv 18.22). E essa não é uma advertência apenas para Israel. É um princípio moral universal, visto que o apóstolo Paulo também assevera: “... porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza; semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro” (Rm 1.26,27).

Deus é conservador em seus princípios. Ele não muda e nem negocia princípios. Por isso, o reconhecimento da união estável entre pessoas do mesmo sexo é um fato lamentável.

Se de um lado a sociedade, como um todo, tem evoluído em setores importantes da vida, entre os quais a tecnologia; por outro lado, ela vem retrocedendo nos valores morais estabelecidos. O reconhecimento da união estável entre pessoas do mesmo sexo, por parte do Supremo Tribunal Federal, é um exemplo disso. Certamente Deus não está feliz com a decisão do STF.

3 comentários:

  1. até que enfim estamos rumando ao novo milenio!

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