domingo, 11 de novembro de 2012

A origem das espécies

Josivaldo de França Pereira

 
A verdadeira origem das espécies não é aquela proposta pelo evolucionismo e protagonizada por Charles Darwin no livro A Origem das Espécies, publicado em 1859.  A verdadeira origem das espécies está na Bíblia, em Gênesis 1 e 2. “Disse também Deus: Produza a terra seres viventes, conforme a sua espécie: animais domésticos, répteis e animais selváticos, segundo a sua espécie. E assim fez. E fez Deus os animais selváticos, segundo a sua espécie, e os animais domésticos, conforme a sua espécie, e todos os répteis da terra, conforme a sua espécie. E viu Deus que isso era bom” (Gn 1.24,25).
O homem e a mulher não foram criados segundo a espécie de nenhum animal, mas à imagem e semelhança de Deus: “Também disse Deus: façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança... Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou” (Gn 1.26,27). “Então, formou o SENHOR Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem passou a ser alma vivente” (Gn 2.7). “Então, o SENHOR Deus fez cair pesado sono sobre o homem, e este adormeceu; tomou uma das suas costelas e fechou o lugar com carne. E a costela que o SENHOR Deus tomara ao homem, transformou-a numa mulher e lha trouxe” (Gn 2.21,22).
Na época de Darwin, um problema cuja explicação dividia pesquisadores e filósofos era: “Seriam imutáveis as espécies vivas como conhecidas sobre a Terra, ou teriam elas sofrido com o tempo uma lenta, mas progressiva transformação?”. A teoria da evolução de Darwin já havia sido anteriormente esboçada por seu avô, Erasmus Darwin, e cientista como Lamarck, e por seu contemporâneo, o também naturalista inglês Alfred Russel Wallace. A tese darwiniana da evolução resume-se na seguinte ideia: “As espécies animais derivam umas das outras graças a uma seleção natural”. Darwin chegou a essa conclusão após uma viagem de quase cinco anos ao redor do mundo, e principalmente por suas observações nas ilhas Galápagos.[1]
Segundo Darwin, esses animais apresentavam definidas modificações de caracteres externos que variavam até de ilha para ilha. Tais modificações – por exemplo, o tamanho do bico de uma determinada espécie de pássaros – estariam relacionadas com a diversidade dos ambientes que habitavam.
Teoricamente, Darwin admitia a existência de Deus, contudo, na prática, negava a imutabilidade das espécies. Ora, seria absurdo afirmar que o Deus Criador, grandioso em poder e criatividade, não seria capaz de criar espécies distintas para lugares diferentes? O criacionista não crê apenas que Deus criou todas as espécies existentes na face da terra, mas também que ele formou todas as espécies imutáveis. O mimetismo, por exemplo, não é uma característica evolutiva para certas espécies – como o camaleão, algumas borboletas, aves e peixes – mas uma adaptação dada pelo próprio Deus a elas. O criacionista também não vê problema em afirmar que na luta pela sobrevivência apenas os mais aptos vencem e se reproduzem. De fato, são mais aptos os seres que dispõem de bons recursos adaptativos dados pelo Criador.
No que concerne à origem do ser humano, é preciso destacar que ele não pode ser classificado como “animal” em sentido algum. Parece que o primeiro a chamar o homem de animal foi o filósofo grego Aristóteles (384 a. C – 322 a. C.) em sua obra Política. Para Aristóteles, a organização social adequada à natureza do homem é a polis: “a cidade (polis) encontra-se entre as realidades que existem naturalmente, e o homem é por natureza um animal político”. Com o advento do evolucionismo nos séculos XVIII e XIX, passou-se a denominar o homem como “animal racional”.
À luz da Bíblia o homem é político e racional, porém, jamais animal. A Bíblia relata que Deus criou os animais segundo a espécie deles (Gn 1.20-25); no entanto, ao criar o homem do pó da terra Deus o fez de acordo com a sua imagem e semelhança (Gn 1.26-28).[2]



[1] As ilhas Galápagos ficam no oceano Pacífico, a cerca de 1000 km do litoral do Equador, país a que pertencem.
[2] Veja a postagem “Imagem e Semelhança”.

2 comentários:

  1. Irmão, defendes a Bíblia e não viu que a evolução é um fato brilhante? Somos Testemunhas de Jeová e defendemos a evolução como sendo perfeitamente bíblica. Saiba como:

    http://estudopessoal.blogspot.com.br

    Aguardo sua visita,

    Apóstolo TDS

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